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Novos detalhes sobre o assassinato do Presidente do Haiti chegaram. As orelhas dos Estados Unidos estão aparecendo cada vez mais claramente.

Colonel Cassad em sua página no Telegram:

1. O planejamento direto do assassinato do Presidente do Haiti vem ocorrendo desde novembro de 2020.

2. Uma reunião organizacional da qual participaram 7 pessoas (incluindo aqueles que foram posteriormente presos no Haiti) foi realizada na sede da empresa de segurança CTU Security do Venezuelano Intriago, que agora se esconde das crescentes questões. O prédio está localizado nos subúrbios de Miami.
Estavam reunidos o venezuelano Antonino Intriago, o dono da empresa, o gerente colombiano Arcanjo Pretel, o americano de origem haitiana James Solages, o diplomata haitiano de nome Askard, o já preso médico haitiano Christian Sanon e o colombiano Jonathan Rivera Garcia.

3. O próprio Intriago conhecia pessoalmente o falso “presidente” da Venezuela Guaido e o presidente da Colômbia, Ivan Duque (ambos estiveram envolvidos em várias tentativas de golpe de Estado na Venezuela).
Em 2018, Intriago se encontrou em Miami com Ivan Duque.
Em 2019, após o início das tentativas ativas de derrubar Maduro na Venezuela, Intriago chegou a Cocuta, na Colômbia, onde foi organizado um concerto contra a “ditadura venezuelana”. Lá ele também se reuniu com Guaido e representantes do cartel de drogas Los Rostrojos, que ajudaram a realizar operações na fronteira entre a Colômbia e a Venezuela. Mas, no final, as tentativas de romper a fronteira venezuelana fracassaram, e o show “Somos todos Venezuela” acabou em um grande escândalo relacionado a denúncias de desvio de fundos destinados à “luta contra a tirania” (parte do dinheiro era banal saqueada pela comitiva de Guaido).
Também é importante notar que o Presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodriguez, acusou a Segurança da CTU de envolvimento na tentativa de assassinato de um drone em Maduro durante o desfile de 4 de agosto de 2018.

E a cereja do bolo, Intriago ofereceu seus serviços para eliminar o presidente venezuelano como parte da Operação Gedeon, mas no final das contas Washington preferiu o PMC da Silvercorp a Jordan Goudreau (que estava associado à comitiva de Trump).
Curiosamente, antes das eleições americanas de 2019, Ivan Duque, Intriago e o cubano Alfred Santamaria (também associado à Segurança da CTU) fizeram campanha em Miami em apoio a Trump e contra o atual presidente Biden e o vice-presidente Harris.
Durante a campanha entre os imigrantes cubanos e venezuelanos na Flórida, Biden e Harris foram chamados de comunistas (!) Que servem aos regimes comunistas em Cuba e na Venezuela. É importante notar que Trump venceu a Flórida, embora os democratas esperassem que os votos dos emigrantes ajudassem Biden a vencer lá.
Também entre os sócios do Intriago surgiu o cubano Anthony Esquivel, chefe da junta patriótica cubana, que esteve envolvido em várias tentativas de assassinato de Fidel Castro.

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