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O chefe do laboratório de virologia de Wuhan diz que quatro casos de infecção de COVID-19 e gripe no início de 2020 não eram de funcionários do laboratório – Global Times

https://www.globaltimes.cn/page/202106/1225854.shtml


CHINA / SOCIEDADE
O chefe do laboratório de virologia de Wuhan diz que quatro casos de infecção de COVID-19 e gripe no início de 2020 não eram da equipe do laboratório
Por Global Times
Publicado: 09 de junho de 2021 19:29

Wuhan Institute of Virology Foto: VCG




O Laboratório Nacional de Biossegurança de Wuhan no Instituto de Virologia de Wuhan mantém em ordem cronológica as amostras de soros da equipe do laboratório e nenhum relatório de qualquer doença anormal foi relatado, e os quatro casos de infecção de COVID-19 e influenza encontrados durante um estudo retrospectivo de amostras em janeiro de 2020 não eram de funcionários do laboratório, disse Yuan Zhiming, diretor do Laboratório Nacional de Biossegurança de Wuhan, de acordo com a versão chinesa do estudo conjunto OMS-China divulgado pela Comissão Nacional de Saúde da China na terça-feira.

A versão chinesa do estudo conjunto OMS-China, após a publicação da versão em inglês pela OMS em 30 de março, continha mais informações sobre relatórios da OMS e de especialistas chineses que visitaram o instituto em 3 de fevereiro, incluindo
a resposta contra teorias-de-conspiração de “vazamentos-de- laboratório”

Yuan disse que a equipe do laboratório tem como protocolo relatar diariamente sobre as suas condições de saúde desde a epidemia, e que os testes de anticorpos do COVID-19 para todos os funcionários deram negativos. As amostras de soro são mantidas como procedimento padrão pela equipe do laboratório, e nenhum relato de qualquer doença anormal foi recebido. Nenhuma doença foi diagnosticada e todos os membros da equipe testaram negativo para novos anticorpos contra o coronavírus.

Ele explicou que o laboratório e o Hospital Wuhan Union da China conduziram estudos com retrospectivas em 1.001 amostras de pacientes no hospital e encontraram quatro casos de infecção de gripe e COVID-19 em 700 amostras em janeiro de 2020. Os quatro casos não eram da equipe do laboratório.

No relatório da versão chinesa, Shi Zhengli, apelidada de “Mulher Morcego” pelo instituto da China, também respondeu perguntas sobre mortes de mineiros na província de Yunnan, no sudoeste da China. Shi disse que testou as amostras dos mineiros três meses depois de adoecerem e que visitou a mina sete vezes entre 2012 e 2015, mas não encontrou nenhum vírus semelhante ao novo coronavírus. Os mineiros estavam mais propensos a se infectar com um fungo ao limpar o esterco de pássaros, disse Shi.

Shi disse que o assunto foi esclarecido em um adendo ao artigo da Nature.

Embora cientistas chineses e internacionais venham repetidamente refutando os Estados Unidos, eles continuam exagerando. Espera-se que os EUA e a UE solicitem conjuntamente o progresso de um “estudo de fase 2 transparente, baseado em evidências e liderado por especialistas da OMS sobre as origens do COVID-19, que seja livre de interferência” durante uma reunião dos líderes em Bruxelas no final deste mês, informou a Bloomberg na terça-feira.

Em resposta, Wang Wenbing, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, disse em uma coletiva de imprensa de rotina na quarta-feira que a abordagem politizada, que cada vez mais se desvia do propósito do estudo das origens do vírus, não só afetou severamente os esforços anti-epidêmicos dos EUA, mas também exerceu impacto negativo na cooperação internacional.

Desde a epidemia, alguns políticos e meios de comunicação dos EUA têm estigmatizado o vírus, espalhando teorias infundadas sobre vazamentos de laboratório, atacando sem fundamento e desacreditando o estudo conjunto China-OMS e usando agências de inteligência para realizar as chamadas investigações, disse Wang.

Wang disse que os EUA deveriam parar imediatamente a manipulação política, assumir sua responsabilidade e deixar o estudo das origens do vírus retornar à ciência e fazer uma explicação responsável da verdade sobre Fort Detrick e outros mais de 200 laboratórios biológicos que os EUA criaram em todo o mundo o mais rápido possível.

“Também esperamos que as partes relevantes resistam a qualquer politização das origens do vírus e façam algo concreto para a cooperação internacional no combate à epidemia, disse Wang.

Global Times

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